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Confissões de Adolescentes

Como foi seu ano de 2012?

  • Em meio a correria dos últimos dias de dezembro e a expectativa da chegada de 2013, poucos jovens se dispõem a fazer uma pausa e refl etir sobre o ano que passou. Eles, no entanto, desconhecem que esse balanço pode ajudá-los no seu crescimento profi ssional e pessoal. Portanto, nada melhor do que aproveitar o encerramento de um ano para refl etir sobre as experiências vividas e avaliar as consequências positivas ou negativas que elas trouxeram para a nossa vida. Mas e aí? Como foi seu ano de 2012? A gente quer saber.

    Graciela Nasr

    “Meu ano de 2012 foi ótimo. Conheci pessoas maravilhosas que hoje são minhas amigas. Conheci um garoto lindo e o que aconteceu de ruim não quero me lembrar, porque afinal de contas são apenas as boas lembranças que valem a pena”, fala Fernanda, 16 anos (nome fictício).

    “Foi bom, tranquilo. A melhor coisa que aconteceu foi a viagem ao Rio de Janeiro e o show do Nando Reis no Citibank Hall. O pior de 2012 foram as notas baixas em Português no primeiro semestre. Mas consegui recuperar e já passei de ano”, diz Luan, 16 anos (nome fictício).

    “Foi um ano cansativo. Muito trabalho, muitas preocupações e compromissos seríssimos. Pra piorar, minha avó morreu também. Ano chato pra caramba!”, comenta Pedriane, de 15 anos (nome fictício).

    “Ufa, ano difícil, entediante! Muita coisa mudou, meus pais se separaram, operei do ouvido e o mais chato: engordei! A coisa boa é que minhas notas em relação a 2011 estão melhores, mas é só!”, desabafa Lívia, de 16 anos (nome fictício).

    “Começou bem: troquei de colégio, conheci colegas legais, professores bacanas e me apaixonei. Depois de agosto a coisa começou a desandar: minha namorada me mandou para o espaço, minhas notas começaram a cair e estou perigando levar uma bomba. O negócio agora é apertar o cinto e acelerar!”, fala Alisson, de 16 anos (nome fictício).

    “O bom é que comecei a trabalhar com meu pai na empresa dele. O chato é que minha melhor amiga mudou de cidade. Apesar da distância (ela foi pra São Paulo) a gente se fala todo dia pelo msn”, comenta Viviane, de 15 anos (nome fictício).

     

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