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Confissões de Adolescentes

Se você fosse prefeito(a) da cidade, o que você faria?

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    As eleições estão bem próximas e alguns adolescentes vão votar pela primeira vez. A brincadeira do Confissões de Adolescente deste mês é a seguinte. Faz de conta que você é um candidato a prefeito da cidade e tem que fazer sua propaganda pessoal para conquistar o eleitor. Como será seu programa de governo? O que de fato fará para melhorar a sua cidade?

     

    Graciela Nasr

     

     

    “Primeiramente falaria a verdade e, quando estivesse lá, cumpriria o que prometi à população. Alguma coisa assim: mais médicos nos postos de atendimento (pois ouvi falar que eles sempre estão de férias ou faltam muito). Investimento na educação (apostilas sérias que preparem o aluno para o vestibular) e professores mais capacitados. Também investiria em mais segurança (maior número de policiais nas ruas para amedrontar os bandidos)”, afirma Luiza, de 16 anos (nome fictício).

     

     

    “Minha bandeira sem dúvida seria a segurança. Tentaria trazer a Polícia Federal para Passos e também construiria no primeiro ano de meu mandato, “custe o custar”, a Casa do Menor de Idade. A cidade está assustada com tanta violência que anda acontecendo. Outra coisa é aumentar o número de policiais. Até nas praças da cidade é possível ver a movimentação do comércio de drogas”, fala Diego, de 16 anos (nome fictício).

     

     

    “Como prefeito, faria um levantamento de toda a riqueza do município. Investiria em Saúde, Educação e Cultura e implantaria a Secretaria da Segurança Municipal”, responde Paulo Felipe, de 15 anos (nome fictício).

     

     

    “Se eu fosse prefeito, daria moradia para aquelas pessoas que moram nas ruas e daria um emprego para os desempregados. Faria uma mudança geral na cidade pois o município precisa. Investiria mais no esporte pois acredito que é uma forma de tirar as crianças e os adolescentes das ruas. Construiria mais quadras e ofereceria mais programas voltados para essa área a eles”, cita Mário, de 16 anos (nome fictício).

     

     

    “É sempre a mesma coisa. O que todos prometem é mais saúde, mais emprego, mais moradia, mas, o mais importante estão deixando para trás, que é o combate à violência, às drogas e à prostituição. Vejo garotas novas da minha idade já nesse mundo sujo e as drogas então nem se falam. Daria um jeito de criar programas direcionados aos jovens da periferia para que eles tivessem mais oportunidades de estudo e de cultura”, diz Tereza, de 15 anos (nome fictício).

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