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Confissões de Adolescentes

Você é fácil?

  • Achou que estávamos falando sobre o número de meninos (as) que você fi cou, não é mesmo? Não, não! É sobre como você convive com as pessoas. O escritor Mário Quintana disse certa vez que “a arte de viver é simplesmente a arte de conviver!” Para muitos adolescentes, relacionar-se bem com determinadas pessoas é um martírio, para outras, no entanto, peso algum. Mas e você? Sabe viver e respeitar o próximo? Ou sai por aí julgando, dizendo palavras que ofendem e machuca quem mais nos ama? Você se considera uma pessoa fácil ou difícil?

    Graciela Nasr

    “Brinco muito, sou extrovertido e falador, mas chateio facilmente e quando isso acontece não aguento guardar coisas para mim e saio falando alto mesmo. Por isso fico no meio termo: nem fácil, nem difícil”, opina Plínio, de 15 anos (nome fictício).

    “Não acho que seja uma pessoa difícil, não! Consigo me adaptar às várias situações e ambientes sem perder o controle, mesmo que não esteja me sentindo confortável. Convivo bem com pessoas de idades diferentes e independente da idade, as pessoas sempre me procuram para um papo, uma opinião”, fala Elias, de 17 anos (nome fictício).

    “Sou tranquila desde que não tentem me humilhar, seja em amizades ou no amor. Adoro conversar, gosto de pessoas, adoro festas sociais e tomar uns goles moderadamente. Sou da filosofia que se me tratam bem ganham uma amiga para o resto da vida”, comenta Sheila, de 15 anos (nome fictício).

    “Olha, depende muito com quem se convive. Se for uma pessoa que eu goste e que me respeite, principalmente o meu espaço, beleza, tudo certo. Agora se a pessoa não coopera, acho que nem ela vai me querer por perto porque aí eu sou o cão chupando manga. Fico insuportável mesmo e chego num ponto que perco a cabeça e saio xingando”, diz Lucas, de 16 anos (nome fictício).

    “Tenho bom humor e isto me ajuda muito no convívio com as pessoas. Exceto meu namorado que diz que sou complicada e difícil”, afirma Bruna, de 16 anos (nome fictício).

    “Modestamente, as pessoas que convivem comigo gostam da minha companhia, eu sinto isto. Não gosto de ofender as pessoas e quando isso acontece me sinto muito mal, por isso penso muito no momento para não perder o controle da situação”, diz Cris, de 16 anos (nome fictício).

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