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Confissões de Adolescentes

Você tem saudade?

  • Ah, a Saudade... Uma palavra só mas com muitas aplicações. Palavra que muitos entendem, mas que poucos conseguem descrever. A saudade é aquilo que está fora do nosso alcance, do nosso olhar, mas que está dentro do pensamento e reside dentro do nosso coração. Saudade é dor do afastamento. Há saudade de pessoas (mortos, ex-namorados), lugares (viagens inesquecíveis) e situações (de quando éramos crianças ou quando fazíamos algo diferente). Não existe saudade para uma minoria, já que hoje o computador aproxima as pessoas através do contato diário. Mas e você, como lida com a saudade?

    Graciela Nasr

    “Tenho saudade do tempo de criança e do meu melhor amigo da 3ª série quando eu morava em Formiga. Mas não dá pra sentir saudades daquilo que ainda não vivi, como por exemplo, um ente querido que se foi!”, diz Pedro Augusto, 15 anos (nome fictício)

    “Nossa, sinto saudades de tantas coisas, sinto saudade até daquilo que tive oportunidade de fazer, mas que acabei não fazendo e que agora não tem como voltar atrás. Tenho saudade de um ficante, mas confesso que não deveria ter pois ele me magoou bastante!”, fala Bárbara, 14 anos (nome fictício)

    “Tenho saudade de muita coisa, desde garotas a lugares especiais. Sinto saudade também do meu avô que morreu há muitos anos, das brincadeiras com meus irmãos no jardim de casa, das férias nas fazendas dos meus tios, das idas ao clube aos sábados, das festas de fim de ano, com a casa cheirando a tinta, das comidas deliciosas que minha avó fazia, das festas juninas com foqueira. Mas vou ser sincero: não gosto de recordar nada disso!”, opina Sérgio, de 15 anos (nome fictício)

    “Sinto saudades de uma pessoa que foi especial para mim. Quando ouço Blind Melon é como ela se estivesse na minha frente. Não tem como descrever a saudade!”, acredita Melissa, de 15 anos nome fictício).

    “Não sinto saudade de nada e também não sei explicar o porque. Já reparei que quando falo assim assusto as pessoas, minha avó é uma que não compreende. Na minha opinião, só sinto saudade enquanto tenho medo de perder e como constantemente elimino meus medos, a saudade é nule e eu não sinto  saudade de nada!”, revela Antônio, de 16 anos (nome fictício)

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