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Confissões de Adolescentes

Brinco na orelha Piercing Você usa?

  • A adolescência é uma fase de afirmação em que a moçada procura construir sua identidade, testando limites e polemizando. Nisso os pais já se convenceram e em alguns casos, a duríssimas penas: têm que negociar e discutir com os filhos uma enorme lista de temas. A questão começa a se complicar se a pauta se refere aos polêmicos brincos, no caso dos garotos. Se a discussão estiver direcionada para os arqui-polêmicos, piercings e tatuagens, torna-se um problema e tanto, trate-se de mocinhas ou de rapazes. Agora a gente quer saber. E você, usa algum desses acessórios? Usaria? Acredita que tudo é uma questão de atitude?

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    “Até acho bonitinho, mas de um só lado da orelha. Brincos bem pequenos e delicados ficam bem charmosos nos garotos. Mas odeio aquele mundaréu de brincos parecendo uma árvore de Natal e cheio de argolas. Tem uns que não tem noção mesmo e caem no ridículo!”, diz Mariana de 18 anos (nome fictício)

    “Eu uso brinco na orelha e acho que qualquer pessoa deve escolher suas vontades e estas serem respeitadas. Será que você aceita esta ideia ou precisa da opinião de alguém para por em prática suas escolhas? O correto é acreditar em você, e usar o que quiser pois este é o seu estilo e você, com sua postura, pode ter certeza, será respeitado. Quem critica isso geralmente são as pessoas que não assumem suas verdadeiras vontades!”, opinou Marcos de 21 anos (nome fictício).

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    “Amo, acho lindo! Pode até ser nas duas, só que tem que ter estilo para usá-los e tem que ser homem, não precisa passar batom também, não!”, fala Débora de 18 anos (nome fictício).

    “Eu uso piercing no nariz e acho que cada um tem seu gosto. Penso que quem gosta deve
    usar mesmo. O legal de tudo isso é que todos tenham liberdade de escolhas, daquilo que te faz se sentir legal, sem neuras de padrão!”, opina Diego, de 18 anos (nome fictício).

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    “Teve uma época em que pensei na possibilidade de usar brincos e antes de realizar tal proeza perguntei a várias amigas se elas aprovariam o novo visual e a resposta foi unânime: Não! Então desisti da ideia, mas não sou contra, muito pelo contrário: depende muito da cabeça de cada um. Já no caso de uma tatuagem, por exemplo, tem que pensar muito antes de fazer. É pra vida toda, a não ser que a pessoa faça uma cirurgia para removê-la”, diz Patrik, de 19 anos (nome fictício).

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    “Acho um show brinquinho pequenino e discreto. É uma maneira de expressão. Não se importar com que os outros vão pensar é a lei!”, afirma Alice, de 20 anos (nome fictício).

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