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Confissões de Adolescentes

Férias maravilhosas? - ed. 63 - julho/2010

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    Qual foi a que mais te marcou?

    Todo mundo já teve uma época de férias inesquecível na vida, nós desta Coluna de Adolescentes também já tivemos algumas.

    O mais importante é saber que o mundo é muito grande para que a gente perca tempo com algumas coisas ruins que voltam e meia acontecem na nossa vida, e sempre vai existir um motivo a mais para viver e para ser feliz.

    Nestas férias de julho, tudo o que a gente deseja é que você se divirta muuuuito!

    Escutamos o que alguns adolescentes têm a dizer sobre suas férias maravilhosas…

     

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    “Foi quando viajei à Disney com meus colegas de escola. Era a primeira vez que fazia uma viajem sem meus pais e era presente dos meus 15 anos de idade. Foram dias maravilhosos, difíceis de esquecer. O fato de estar num país diferente do seu é uma sensação fantástica. Acho que todo mundo deveria uma vez na vida sair do seu país e conhecer uma cultura diferente da sua!”, disse Lígia, de 20 anos (nome fictício).

     

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    “Arranjei um emprego nas férias de julho do ano passado como secretária. Para mim foi importante, pois, adquiri mais maturidade e mais experiência. Como era uma coisa que eu queria muito, não poderia deixar de ser formidável, inesquecível mesmo!”, garante Débora, de 19 anos (nome fictício).

     

     

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    “Foi quando conheci o Rio de Janeiro com uma turma de amigos. Nos divertimos muito e não é a toa que lá é chamado de ‘a cidade maravilhosa’; o Rio é realmente lindo demais!”, ressalta Roberto, de 20 anos (nome fictício).

     

     

     

     

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    “As férias que me marcaram aconteceram há muito tempo atrás, quando eu tinha 9, 10 anos de idade e fui passar o mês inteirinho na fazenda do meu avô. Acordava cedo e ajudava meu avô a tirar leite, cuidar dos animais e a limpar o pasto. Chegava no fim do dia e eu estava morto de cansaço e minha avó ainda vinha e fazia aquele delicioso frango caipira no capricho. Acho que essas férias me marcaram tanto porque foi a última vez que estive com meu avô; no ano seguinte ele acabou falecendo”, detalhou Felipe, de 22 anos (nome fictício).

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    “Não tive até hoje férias inesquecíveis, tive sim, carnavais inesquecíveis...”, lembra Tales, de 19 anos (nome fictício).

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